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The Duskbloods Beta – Primeiras Impressões de Quem Jogou

Fala galera, aqui quem fala é o Dany Lederman. E hoje a gente vai trocar uma ideia sobre o teste de rede do The Duskbloods.

Eu tenho o Switch 2, comprei o console especificamente pra esse jogo, então acho que tenho bastante coisa pra falar aqui. Mas confesso que começou com um baque: acordei cedinho, 7 da manhã pra participar do primeiro teste… e não funcionou acredito que o servidor da empresa não suportou a quantidade de pessoas de todo o mundo que foram selecionados. Fiquei decepcionado, vi que o elden ring nightreign também deu esse mesmo problema, mas tranquilo.

Fui conseguir jogar mesmo na sessão das 11 da noite, e lá fluiu super bem. Então bora falar do que interessa.

Visual e Atmosfera

Assim que eu entrei no jogo, a primeira coisa que bateu forte foi a atmosfera. Tem uma parte logo no começo que você sobe umas escadinhas e olha todo o cenário por trás… cara, impecável. O Miyazaki e a equipe da FromSoftware fazem um trabalho sensacional. A direção de arte cria um mundo tão imersivo, com uma pegada meio gótica e vampiresca, que eu fiquei arrepiado logo nos primeiros minutos.

A Bagagem e o Combate

A expectativa pro combate tava altíssima. Eu já zerei praticamente tudo da From… Dark Souls 1, 2 e 3 (o 2 é o meu favorito), Sekiro, Elden Ring, e outros do gênero tipo Lies of P, Lords of the Fallen e o Jedi Fallen Order. E, cara, o combate de Duskbloods tá muito fluido. Sabe aquele boneco pesado de três toneladas do Dark Souls? Esquece. Aqui você tem três pulos, tem um dash longo, você vai correndo… Ver um personagem que geralmente é travado pulando três vezes no ar é muito bom.

O Som e o Design

Outro ponto que eleva muito a experiência é a trilha sonora e o design de som. Inclusive, falando nisso, eu acabei jogando mais com um personagem que usa arma de fogo, e cara… o barulho do tiro é uma coisa gostosa demais de se ouvir. Dá um peso muito bom pro combate e te prende ainda mais naquele universo sombrio.

A Ilusão do Single Player

No começo, até parece que vai ser um jogo single player focado em história. Você tem um primeiro combate bem legal contra um adversário que usa machado. Eu consegui derrotar ele bem no comecinho e foi muito emocionante. Depois vi que muita gente penou porque os estus fazem muita falta.

O Multiplayer – PvEvP

Depois dessa introdução, começa o multiplayer de verdade, que é o PvEvP. Você entra na partida, mata uns bichos, vai ganhando os pontos que precisa pra passar de fase e não ser eliminado. O cenário é lindo, mas quase não dá pra apreciar muito porque o ritmo é frenético. Se não correr, você fica pra trás.

O Desabafo

Mas nem tudo são flores, e aqui vai a minha puxada de orelha… não pro jogo, mas pra comunidade. Cara, me deu uma raiva quando fizeram timinho pra mim no final! Naquela reta final onde ficam só três jogadores, a regra é clara: quem sobreviver ganha. Fazer time ali é sacanagem. E também tem aquele pessoal que quer brigar na primeira fase. Não ganha ponto de virtude, não tem pra quê.

Conclusão

Apesar dos perrengues do servidor no primeiro dia e da galera maluca no PvP, o saldo pra mim é extremamente positivo. Senti um prazer enorme de apreciar mais uma obra do grande Hidetaka Miyazaki. O jogo tem um potencial absurdo! Se você gostou dessa análise, fique ligado pra acompanhar os próximos artigos aqui do site. Valeu!

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